
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Ainda a respeito do domingo do bom pastor
A figura bíblica de Cristo, bom
pastor, evoca a doação, a simplicidade, o serviço, a dedicação total, o amor
gratuito. É alguém que é capaz de dar a própria vida para defender
incondicionalmente as ovelhas que lhe foram confiadas.
Como tudo seria diferente se na
Igreja, na vida social, política e cultural todos procurassem ser “bons
pastores” dos outros seus irmãos e não apenas importantes e famosos que se
preocupam apenas em cultivar o seu ego.
Como fazem falta, nos dias de hoje,
bons guias e sérios interpeladores dos seus irmãos. Haver até haverá – pessoas
que vivem e procuram testemunhar os valores e princípios importantes da
existência humana - mas infelizmente não lhes dão voz, tempo de antena e
importância.
Cristo convida os padres, os bispos a,
com docilidade, ternura e constante atenção conduzir aos prados mais
verdejantes o Povo de Deus. Aqueles que querem ser Povo de Deus e não
simplesmente receptores de serviços pastorais ou cumpridores de ritos
tradicionais vazios de sentido e objetividade.
Como padre das coisas que mais cansa e
dói é sentir que muitas vezes não consigo ser pastor – bom pastor… muitas vezes
por fragilidade minha. Mas muitas outras tentar ser bom pastor e não conseguir
passar de simples árbitro. Apenas isso.
Árbitro de contendas e “partidos”. Arbitro de egos e status. E, no final…
nestas coisas todas… de quem é sempre a culpa? – É do árbitro.
domingo, 17 de abril de 2016
sábado, 16 de abril de 2016
IVº domingo do tempo Pascal
Parece desprovida de atualidade a
comparação que Jesus utiliza. Cristo é o Bom Pastor que dá a vida pelas suas
ovelhas.
Agora somos todos muito modernos. A
nossa cultura... a cultura que nos entra em casa pela televisão e internet
convida-nos a sermos mais urbanos e atuais e a olhar para os outros em função
daquilo que são ou não capazes de produzir.
Por isso a figura de Cristo bom
pastor diz-nos hoje muito pouco. Sabemos bem quem é um ídolo pop, um conhecido
e importante futebolista, um presidente, um chefe, um “qualquer VIP” que vende
a sua imagem em capas de revista saltitando de escândalo em escândalo. Sabemos
bem quem são aqueles que se impõem, os que manipulam e assim conseguem arrastar
e vender a sua imagem e aparente valor.
O Evangelho que hoje nos é proposto
convida-nos a descobrir a figura bíblica do Pastor: uma figura que evoca
valores e principios totalmente diferentes:
A figura bíblica de Cristo, bom
pastor, evoca a doação, a simplicidade, o serviço, a dedicação total, o amor
gratuito. É alguém que é capaz de dar a própria vida para defender
incondicionalmente as ovelhas que lhe foram confiadas.
Como tudo seria diferente se na
Igreja, na vida social, política e cultural todos procurassem ser “bons
pastores” dos outros seus irmãos e não apenas importantes e famosos que se
preocupam apenas em cultivar o seu ego.
Para nós cristãos valerá sempre a
pena seguir a voz de Cristo bom pastor. Que ressoa cá dentro. Bem dentro.
Essa voz habitualmente não é
ruidosa nem tem direito a grande destaque nos meios que os outros utilizam para
aparecerem como importantes e famosos.
Cristo bom pastor não quer ser
famoso. Quer ser seguido. Cristo bom pastor não quer ser importante... quer ser
amado. Quer guiar-nos, levar-nos... saciar-nos a fome e sede de sentido profundo
para a nossa existência. E só Ele pode. Só Ele consegue.
Todos deveremos procurar ser, uns
para os outros, bons pastores. Tendo como modelo o único bom Pastor. Jesus
Cristo.
Como fazem falta, nos dias de hoje,
bons guias e sérios interpeladores dos seus irmãos. Haver até haverá – pessoas
que vivem e procuram testemunhar os valores e princípios importantes da
existência humana - mas infelizmente não lhes dão voz, tempo de antena e
importância.
Cristo convida-nos a todos a sermos bons
pastores e convida de forma especial os sacerdotes a serem como Ele… “bons pastores”.
Cristo convida hoje os padres, os bispos
a, com docilidade, ternura e constante atenção conduzir aos prados mais
verdejantes o Povo de Deus. Aqueles que querem ser Povo de Deus e não simplesmente
receptores de serviços pastorais ou cumpridores de ritos tradicionais vazios de
sentido e objectividade.
Como padre das coisas que mais cansa e
dói é sentir que muitas vezes não consigo ser pastor – bom pastor… muitas vezes
por fragilidade minha. Mas muitas outras tentar ser bom pastor e não conseguir
passar de simples árbitro. Apenas isso.
Árbitro de contendas e “partidos”. Arbitro de egos e status. E, no final…
nestas coisas todas… de quem é sempre a culpa? – É do árbitro.
Que Cristo bom pastor nos ensine a todos
a sermos dóceis à voz dos bons pastores.
Que todos consigamos também ser para os
outros válidos pastores que ajudam a discernir de acordo com os valores
importantes.
Que Cristo bom pastor nos abencõe e
conduza sempre pelo melhor caminho e nunca desfaleçamos de o seguir.
António Martins
sexta-feira, 15 de abril de 2016
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Semana das Vocações
Senhor da messe e pastor do rebanho,
faz ressoar em nossos ouvidos
o teu forte e suave convite: "Vem e segue-me"!
Derrama sobre nós o teu Espírito,
que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho
e generosidade para seguir a tua voz.
faz ressoar em nossos ouvidos
o teu forte e suave convite: "Vem e segue-me"!
Derrama sobre nós o teu Espírito,
que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho
e generosidade para seguir a tua voz.
Senhor, que a messe não se perca por falta de operários.
Desperta as nossas comunidades para a missão.
Ensina a nossa vida a ser serviço.
Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino,
na vida consagrada e religiosa.
Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores.
Sustenta a fidelidade dos nossos bispos, padres e ministros.
Dá perseverança aos nossos seminaristas.
Desperta o coração dos nossos jovens
para o ministério pastoral na tua Igreja.
Senhor da messe e pastor do rebanho,
chama-nos para o serviço do teu povo.
Maria, Mãe da Igreja,
modelo dos servidores do Evangelho,
ajuda-nos a responder "sim".
Ámen.
Desperta as nossas comunidades para a missão.
Ensina a nossa vida a ser serviço.
Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino,
na vida consagrada e religiosa.
Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores.
Sustenta a fidelidade dos nossos bispos, padres e ministros.
Dá perseverança aos nossos seminaristas.
Desperta o coração dos nossos jovens
para o ministério pastoral na tua Igreja.
Senhor da messe e pastor do rebanho,
chama-nos para o serviço do teu povo.
Maria, Mãe da Igreja,
modelo dos servidores do Evangelho,
ajuda-nos a responder "sim".
Ámen.
Dez mandamentos da vida conjugal
1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo.
2. Nunca gritar um com o outro.
3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro.
4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor.
5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado.
6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge.
7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo.
8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa.
9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas.
10. Quando um não quer, dois não discutem.
2. Nunca gritar um com o outro.
3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro.
4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor.
5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado.
6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge.
7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo.
8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa.
9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas.
10. Quando um não quer, dois não discutem.
Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica

O Secretariado Nacional de Liturgia vai realizar o 42º Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica nos dias 25 a 29 de Julho de 2016, em Fátima.
O Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica tem sido uma bênção de Deus para a renovação litúrgica da Igreja em Portugal. Queremos continuar esta tradição e contamos com a sua presença.
Agradecemos a divulgação desta actividade junto das pessoas interessadas na formação e na pastoral litúrgica, sobretudo os que exercem ministérios litúrgicos.
A temática deste ano é a misericórdia, em sintonia com o ano jubilar. A liturgia é cume e fonte da misericórdia. As acções litúrgicas orientam os fiéis para o cume da eterna misericórdia de Deus, fazendo-os percorrer os caminhos onde se situam as fontes e as grandes torrentes da misericórdia. A liturgia é a grande manifestação da misericórdia de Deus na pessoa de Jesus Cristo, Deus e homem.
Este Encontro aprofunda estas e outras questões tão sensíveis para a convivência dos homens entre si e com Deus, numa harmonia entre as celebrações – na Basílica e na Capelinha – e o convívio com tanta gente que serve a Igreja no exercício dos minsitérios ligúrgicos.
Mais informações em: www.liturgia.pt
CONFERÊNCIAS:
O mistério da misericórdia
P. Alexandre Palma, Patriarcado de Lisboa e FT-UCP
O ano litúrgico, itinerário da misericórdia
D. Bernardino Ferreira da Costa, Abade de Singeverga
A misericórdia na celebração da Eucaristia
P. Carlos Cabecinhas, Reitor do Santuário de Fátima
A celebração da Penitência, abraço da misericórdia
P. Manuel Morujão, Companhia de Jesus
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Subscrever:
Mensagens (Atom)













