sexta-feira, 6 de maio de 2016

quinta-feira, 5 de maio de 2016





Dia da Espiga

40 dias depois da Páscoa – entre a tradição popular e o religioso pagão. O Dia da espiga é uma celebração popular portuguesa. Antiga.  (fonte: IMISSIO)
Quando eu era miúda, (onde isso já vai!) em casa de meus pais e avós, tios, primos (o clã) cumpria-se a tradição que mandava que em dia de Quinta-feira da Ascensão, 40 dias depois da Páscoa, os amigos, os vizinhos, as famílias, se juntassem em grupos e, num saboroso e saudável passeio matinal, colhessem espigas de vários cereais, flores campestres, raminhos de oliveira e de videira para formar um ramo que depois se guardava “religiosamente” – o “ramo da espiga” - que devia ser colocado por detrás da porta de entrada, e só devia ser substituído por um novo no dia da espiga do ano seguinte. E em dias de trovoadas queimava-se um pouco desse ramo no fogo da lareira para afastar os raios.(!?)
Talvez esta celebração primaveril seja uma das muitas reminiscências das antigas tradições pagãs e esteja ligada à tradição dos Maios e das Maias.
O dia da espiga era também o "dia da hora" e considerado "o dia mais santo do ano” (!) - um dia em que não se devia trabalhar (num tempo em que, na agricultura, ainda se trabalhava de sol a sol, isto era uma Boa notícia). Era chamado o dia da hora porque, diziam, havia uma hora, o meio-dia, em que tudo parava, "as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda, as flores não se cruzam…". Era durante essa hora que se colhiam as plantas para fazer o ramo da espiga e as ervas que se punham a secar para depois fazer chás, infusões e mezinhas… Era um tempo sem Serviço Nacional de Saúde…
(Temo que, mais dia menos dia, muita gente vá ter que voltar às mezinhas caseiras como única possibilidade de medicina preventiva, curativa ou paliativa. 
Que o digam os milhares de pessoas que hoje vivem alguma das várias periferias que a ganância de alguns poucos vai criando…)
Às várias plantas que compõem o ramo da espiga era dado um significado e um valor simbólico, profano e religioso, que não diz mais que os nossos mais simples e naturais desejos:
Espiga – O pão que mata a fome e nos faz Livres;
Malmequer – O ouro e a prata, o dinheiro, que tantas vezes nos encandeiam;
Papoila – O Amor que é vida e nos faz SER Gente entre Gente, com Gente;
Oliveira – A luz que anuncia o DIA. Uma Boa Notícia de Esperança;
Videira – O vinho da Alegria e da Festa;
Alecrim – A Saúde, a Sabedoria, a Fortaleza do Espírito.

domingo, 1 de maio de 2016

sábado, 30 de abril de 2016

quinta-feira, 28 de abril de 2016

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Avisos





Que bom seria




Papa Francisco

Carragozela

Festa da Palavra e do Pai Nosso






terça-feira, 26 de abril de 2016

domingo, 24 de abril de 2016





sábado, 23 de abril de 2016

Hoje o Papa Francisco foi para a rua confessar.



ANÚNCIO, INTERCESSÃO, ESPERANÇA


 As três Palavras do Cristão que quer viver o mandamento do Amor
- V domingo da Páscoa -


Hoje Jesus, no texto do Evangelho, “depois de Judas ter saído”,  resumiu para os seus mais próximos e fieis o mais importante da sua ação e pregação.

Disse-lhes claramente que o amor há-de ser o que identifica os seguidores de Jesus. A capacidade de amar há-de ser o que manifesta e prova a fé em Deus.

Mais claro Jesus não podia ser. No contexto da ultima ceia enquanto se despede dos discípulos e lhes deixa as últimas recomendações depois de lhes lavar os pés e de anunciar à comunidade a traição de um do grupo Jesus afirma categoricamente o mandamento novo do amor que não condena,  que não limita a liberdade que gratuitamente se dá e entrega de forma radical e sempre.

A proposta  cristã  resume-se  no  amor.  Dizia Santo Agostinho – Ama e faz o que quiseres! Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos”

É o amor  que  nos  distingue,  que  nos identifica; quem não aceita o amor, não pode ter qualquer pretensão de integrar a comunidade de Jesus.
O que é que está no centro da nossa experiência cristã? A nossa religião é a religião do amor, ou é a religião das leis, das exigências, dos ritos externos?

Falar de amor hoje pode ser equívoco… A palavra “amor” é, demasiadas vezes, usada para definir comportamentos egoístas, interesseiros, que usam o outro, que fazem mal, que limitam horizontes, que roubam a liberdade… Mas o amor  de que Jesus fala é o amor que se faz serviço, que acolhe e que respeita a liberdade do outro sem nunca discriminar ou marginalizar. É dom gratuito para nossa realização e felicidade do outro.

O Papa Francisco esta semana, numa das homilias da missa semanal pediu que todos os cristãos amassem a Deus e ao próximo com três palavras:
Todo o Cristão tem de ser capaz de ANUNCIAR; INTERCEDER E ESPERAR (ter esperança).               

O Papa terminou a sua homilia com as seguintes interrogações que queremos fazer hoje nós também:
“Podemos perguntar-nos, cada um de nós: como é o anúncio na minha vida? Como é a minha relação com Jesus que intercede por mim? E como é a minha esperança? Acredito realmente que o Senhor ressuscitou? Acredito que reza por mim ao Pai? Toda as vezes que o chamo, Ele está a rezar por mim, intercede. Acredito realmente que o Senhor voltará? Vai fazer-nos bem perguntar isto sobre a nossa fé: acredito no anúncio? Acredito na intercessão? Sou um homem ou uma mulher de esperança?"

Que neste domingo ressoe bem fundo estes desafios que nos conduzem ao amor a Deus e ao próximo:

Ama e faz o que quiseres! Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos”.


Horários - Eucaristias deste fim de Semana










quarta-feira, 20 de abril de 2016


terça-feira, 19 de abril de 2016

Equipas de Nossa Senhora - Movimento de Espiritualidade Conjugal

Entreajuda em equipa
As equipas são constituídas por 5 a 7 casais e um sacerdote concelheiro espiritual. Têm uma vida própria ao longo do mês, com um ponto alto no dia da reunião.
Reúnem-se mensalmente nas casas dos casais e vão entreajudando e tomando consciência do projeto que Deus tem para eles.
Na reunião de equipa aprofundam o conhecimento mútuo, rezam juntos, leem a Palavra de Deus, refletem e celebram as alegrias da caminhada em conjunto.

Crescer no amor
Crescer no amor ao outro, aos filhos e aos outros e crescer no amor de Deus é um projeto para toda a vida.
Este caminho é mais fácil se o fizerem com outros. Por isso as equipas formam-se e assumem as propostas concretas que o Movimento proporciona:
- Escutar a Palavra de Deus
- Praticar a oração pessoal, conjugal e familiar
- Dialogar em casal
- Ter propósitos de conversão
- Ter propósitos de aprofundamento espiritual
Dar testemunho
Como casais cristãos querem estar comprometidos com Cristo.
De facto, "Vem e segue-me" (Mt 19,21) é o apelo que Cristo dirige convidando-nos a abrir mais ao seu amor e a darmos testemunho d`Ele sempre e em toda a parte.
Testemunhar a alegria e a felicidade de viver a dois esta proposta.
"As Equipas de Nossa Senhora têm por objetivo essencial ajudar os casais a caminhar para a santidade. Nem mais nem menos."
Padre Henri Cafffarel, fundador das ENS

segunda-feira, 18 de abril de 2016