quarta-feira, 22 de junho de 2016
quinta-feira, 2 de junho de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Paróquias da Estrela - Novos orientadores das Celebrações Dominicais na ausência do presbítero
O arciprestado de Seia promoveu na Paróquia de Santiago, durante 4 semanas no mês de abril um Curso de formação destinado a novos Orientadores das celebrações dominicais na ausência do Presbítero (CDAP).
Este curso intensivo,
proposto a nível diocesano, procurou motivar pela esperança estes novos
orientadores da CDAP a conseguirem manter a chama da fé celebrada mais
solenemente, em Igreja, no dia do Senhor quando não é possível celebrar-se a
Eucaristia dominical.
A referida formação teve o seu terminus com a Eucaristia do
passado domingo dia 28 de maio, na Paróquia de São Mamede de Vila Cova onde
o Bispo da Guarda, D. Manuel da Rocha Felício, nomeou e enviou como orientadores
das referidas celebrações um grupo de 21 pessoas afetas às paróquias de São
Gião, Sandomil, Santiago, Vila Cova, Sabugueiro, Várzea, Torrozelo e Folhadosa.
Deste grupo 19 pessoas já exerciam o múnus de Ministros
extraordinários da Comunhão, sendo que os restantes dois que completaram a
formação passaram também a ser designados e chamados a esse serviço de apoio
aos doentes e mais excluídos levando a Eucaristia a quem não pode deslocar-se.
Na Eucaristia, solenemente celebrada, fez-se ação de graças a
Deus por este dom que estes novos
Ministros da CDAP serão para estas comunidades paroquiais. Fizeram-se ainda votos que todos se sintam
motivados e comprometidos na sua missão e que sejam bem aceites por todos.
Sabemos o quanto a Igreja precisa de leigos assim empenhados.
domingo, 22 de maio de 2016
sábado, 21 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
sexta-feira, 13 de maio de 2016
terça-feira, 10 de maio de 2016
Carta de Nossa Senhora ao Peregrino
Querido peregrino:
Tenho reparado no
quanto me amas e nas provas de amor que me tens dado. Tenho reparado no esforço violentíssimo que
tens feito para me visitares no lugar onde eu quis aparecer a três crianças.
Tenho reparado em ti.
Sei bem o que te pesa no coração, as dificuldades que tens suportado e a
firmeza de fé e coragem de que és exemplo. Não estás sozinho e quero apenas
relembrar-te algumas coisas importantes:
1- O Caminho para
Fátima não é uma maratona nem uma pista onde se coloca à prova a resistência
física. É sim um banco de ensaios para a tua humildade e uma lição realista das tuas
possibilidades humanas e espirituais.
2 – O autêntico
Caminho é aquele que cada um vai fazendo por dentro. Esse pode fazer com
que te encontres a ti mesmo e transformes toda a tua vida.
3 – É necessário entender que o tempo é um dom de Deus. Aceita cada momento desta peregrinação como
único e especial.
4 – Optimismo e
alegria, sinceridade e simplicidade, capacidade de sacrifício e de
contemplação, abertura aos outros e delicadeza, solidariedade e limpeza são
qualidades de um autêntico peregrino mariano.
5 – O equipamento mais importante é a tua atitude de busca…
6 – Inicia o Caminho sem
nenhum tipo de preconceitos. Nem sobre os teus irmãos, nem sobre as simples
gentes dos povoados, nem sobre as raízes religiosas de cada um. Sobretudo sê
humilde e livre. Não esqueças que em qualquer ponto do Caminho te podes
encontrar com Deus. Na realidade, Ele é o teu companheiro de caminho.
7 – Um peregrino que não tem a capacidade de admirar e ler
os acontecimentos mais simples não pode perceber
o fundo surpreendente e belo das coisas.
8 – Abre bem os olhos
à beleza da paisagem, e da arte, a quem te oferece hospitalidade, à gratuidade
e gratidão. A contemplação das estrelas com um são humanismo faz gente do
caminho e almas de Deus.
9 – Durante a
peregrinação não te feches em ti mesmo. Faz do teu caminhar um encontro
constante. Sai de ti e comunica-te. Exprime a tua experiência, defende com
fidelidade e respeito as tuas certezas e vivências, superada que foi toda a
fronteira.
10 – Respeita a natureza, pode ensinar-te muito. Tu formas
parte dela e estás chamado a ser o porta-voz que canta a sublimidade da criação
e do seu Criador. Encara o sol e ou a chuva como companheiros. Respira fundo e pisa leve.
11 – Às vezes, uma canção no Caminho dará fortaleza aos teus
pés cansados. Em outras ocasiões o silêncio será o melhor canto para repensar a
tua vida em profundidade. Porque “no
silêncio o coração respira”…
12- Não te esqueças em nenhum momento que peregrinar é rezar com os pés! Conversa
por isso, sem medo, com o silêncio.
13 – Ao chegar a Fátima lembra-te que não vai adorar uma
“deusa” em função de uma qualquer superstição. Vais encontrar-te com a Mãe que te quer apresentar e conduzir a Jesus o
seu divino Filho. Reza-lhe com confiança, com serenidade e espírito aberto
para escutares as interpelações que Deus queira colocar no teu coração.
Querido peregrino... Não importa se caminhas devagar... desde
que não pares.
Já falta pouco. FORÇA, FOCO E FÉ.
Eu vou contigo e espero por ti para juntos chegarmos a Jesus.
Assina:
MARIA DE NAZARÉ
MÃE DE JESUS E NOSSA MÃE - SENHORA DE
FÁTIMA
Pe.António Martins
Paróquias da Estrela
sábado, 7 de maio de 2016
Ascensão
Quais foram as ultimas palavras/vontades de Jesus?
As últimas palavras que alguém profere antes de morrer
ganham quase sempre uma espécie de valor místico. Um sentido espiritual
profundo.
“Foram as suas ultimas palavras”. “Foram as suas ultimas vontades!”
Quais foram as ultimas palavras de Jesus antes de morrer?
“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!”
Tudo entregou nas mãos do Pai. Para que se cumprisse
plenamente o projeto de Deus para a humanidade.
Mas estas não foram as ultimas palavras que Jesus proferiu
enquanto peregrinou aqui na terra. Depois de ressuscitar apareceu aos seus
discípulos e antes de subir ao Céu deixou-lhes algumas recomendações. E a
ultima frase que Jesus disse, já com o corpo glorioso da ressurreição, aqui na
terra é-nos apresentada pelo livro dos Atos dos Apóstolos. E, porque foi a
ultima frase que nos disse de forma direta reveste-se de uma singular
importância:
“Não vos compete
saber os tempos ou os momentos que o Pai determinou com a sua autoridade;
mas recebereis a força do Espírito Santo,
que descerá sobre vós, e sereis minhas
testemunhas em Jerusalém e em toda a Judeia e na Samaria e até aos confins
da terra.”
Jesus termina a sua presença física e gloriosa após a sua
própria ressurreição e sobe ao céu. Para o lugar de onde veio. Para junto do
Pai que o enviou a apresentar claramente o amor de Deus por todos os seus
filhos.
Tendo cumprido plenamente o projeto do Pai. Sobe ao Céu não
para desaparecer. Para nos abandonar. Mas para nos responsabilizar e comprometer.
Tendo
cumprido o projeto de Salvação que o Pai lhe confiou Jesus envia-nos agora a
nós, como enviou outrora os seus discípulos, a construir comunidade. Uma Igreja
que não se coloca a si mesmo no centro da sua missão mas se dedica plenamente
ao serviço do próximo e cuidado pleno no trato da casa comum que partilhamos
agora nós e depois de nós outros irão partilhar.
Jesus termina a
sua peregrinação aqui na terra. Assim como nós também um dia terminaremos.
A vida é isto
mesmo. Uma peregrinação, mais longa ou mais curta, a caminho do encontro
definitivo com o Deus que nos quis criar.
Todos somos
peregrinos da existência – dom de amor dos nos pais e amor primeiro do próprio
Deus.
Jesus subiu ao céu. Não nos abandonou. Responsabilizou-nos!
Somos os seus discípulos. E como discípulos não podemos nem devemos passar o
tempo simplesmente a olhar para o Céu.
Apenas numa espécie de contemplação mística. Cristo espera
que sejamos capazes de, enquanto peregrinos colocar o coração em Deus e as mãos
comprometidas com o trabalho.
Jesus sobe ao Céu. Deixa de estar visivelmente connosco.
Permiti-me que fantasie a esse respeito com uma espécie de “testamento” que
Jesus não fez mas poderia ter feito:
Eu, Jesus de Nazaré,
vendo que se aproxima a minha hora de deixar fisicamente este mundo, estando na
posse das minhas faculdades para assinar este documento, desejo repartir os
meus bens não apenas por entre as pessoas mais próximas mas por todos.
Deixo todas as coisas que, desde o meu nascimento, estiveram
presentes na minha vida e me marcaram de um modo significativo.
Assim:
Deixo a Estrela que conduziu os Magos a Belém, aos desorientados e a todos os precisam ver claro, todos os que desejam ser guiados ou que servem de guias.
Deixo o Presépio aos que não têm nada, nem se quer um lugar para se resguardar, uma fogueira para se aquecer ou um amigo com quem falar.
Deixo as minhas Sandálias aos que desejam empreender o caminho do bem, aos que estão dispostos a seguir-me até ao fim.
Deixo a Bacia onde lavei os pés, aos que querem servir, a quem desejar ser pequeno diante dos homens, pois esse será grande aos olhos de meu Pai.
Deixo o Prato onde parti o pão, aos que promovem a fraternidade para que estejam sempre dispostos a amar acima de tudo e a todos.
Deixo o Cálice, aos sedentos de um mundo melhor e de uma vida mais justa.
Deixo a Cruz a todos aqueles que estiverem dispostos a carregar com ela.,
Deixo a Túnica, a todo aquele que a dividir e repartir.
Assim:
Deixo a Estrela que conduziu os Magos a Belém, aos desorientados e a todos os precisam ver claro, todos os que desejam ser guiados ou que servem de guias.
Deixo o Presépio aos que não têm nada, nem se quer um lugar para se resguardar, uma fogueira para se aquecer ou um amigo com quem falar.
Deixo as minhas Sandálias aos que desejam empreender o caminho do bem, aos que estão dispostos a seguir-me até ao fim.
Deixo a Bacia onde lavei os pés, aos que querem servir, a quem desejar ser pequeno diante dos homens, pois esse será grande aos olhos de meu Pai.
Deixo o Prato onde parti o pão, aos que promovem a fraternidade para que estejam sempre dispostos a amar acima de tudo e a todos.
Deixo o Cálice, aos sedentos de um mundo melhor e de uma vida mais justa.
Deixo a Cruz a todos aqueles que estiverem dispostos a carregar com ela.,
Deixo a Túnica, a todo aquele que a dividir e repartir.
Também quero deixar como legado, a todo a humanidade, não
apenas coisas mas também as atitudes que guiaram a minha vida:
Deixo a minha Palavra,
e Ensino, que o Pai me confiou,
a todo aquele que a escuta e põe em pratica.
Deixo-a a todos os que desejarem partilhá-la.
Deixo a Humildade a quem estiver disposto a trabalhar pela expansão do Reino dos Céus.
Deixo o meu Ombro, a todo aquele que precisar de um amigo em quem possa reclinar a cabeça, ao abatido pelo cansaço do caminho para que possa descansar e recobrar forças para continuar caminhando.
Mas porque amo a Humanidade, por quem tanto sofri, deixo-me a Mim Mesmo.
Deixo-a a todos os que desejarem partilhá-la.
Deixo a Humildade a quem estiver disposto a trabalhar pela expansão do Reino dos Céus.
Deixo o meu Ombro, a todo aquele que precisar de um amigo em quem possa reclinar a cabeça, ao abatido pelo cansaço do caminho para que possa descansar e recobrar forças para continuar caminhando.
Mas porque amo a Humanidade, por quem tanto sofri, deixo-me a Mim Mesmo.
Finalmente deixo-vos a todos esta certeza. A mais
importante. Eu estarei convosco até ao fim dos tempos.
Assinado - Jesus Cristo que subiu aos Céus.
Assinado - Jesus Cristo que subiu aos Céus.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Dia da Espiga
40 dias depois da Páscoa – entre a tradição popular e o religioso pagão. O Dia da espiga é uma celebração popular portuguesa. Antiga. (fonte: IMISSIO)
Quando eu era miúda, (onde isso já vai!) em casa de meus pais e avós, tios, primos (o clã) cumpria-se a tradição que mandava que em dia de Quinta-feira da Ascensão, 40 dias depois da Páscoa, os amigos, os vizinhos, as famílias, se juntassem em grupos e, num saboroso e saudável passeio matinal, colhessem espigas de vários cereais, flores campestres, raminhos de oliveira e de videira para formar um ramo que depois se guardava “religiosamente” – o “ramo da espiga” - que devia ser colocado por detrás da porta de entrada, e só devia ser substituído por um novo no dia da espiga do ano seguinte. E em dias de trovoadas queimava-se um pouco desse ramo no fogo da lareira para afastar os raios.(!?)
Talvez esta celebração primaveril seja uma das muitas reminiscências das antigas tradições pagãs e esteja ligada à tradição dos Maios e das Maias.
O dia da espiga era também o "dia da hora" e considerado "o dia mais santo do ano” (!) - um dia em que não se devia trabalhar (num tempo em que, na agricultura, ainda se trabalhava de sol a sol, isto era uma Boa notícia). Era chamado o dia da hora porque, diziam, havia uma hora, o meio-dia, em que tudo parava, "as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda, as flores não se cruzam…". Era durante essa hora que se colhiam as plantas para fazer o ramo da espiga e as ervas que se punham a secar para depois fazer chás, infusões e mezinhas… Era um tempo sem Serviço Nacional de Saúde…
(Temo que, mais dia menos dia, muita gente vá ter que voltar às mezinhas caseiras como única possibilidade de medicina preventiva, curativa ou paliativa.
Que o digam os milhares de pessoas que hoje vivem alguma das várias periferias que a ganância de alguns poucos vai criando…)
Às várias plantas que compõem o ramo da espiga era dado um significado e um valor simbólico, profano e religioso, que não diz mais que os nossos mais simples e naturais desejos:
Espiga – O pão que mata a fome e nos faz Livres;
Malmequer – O ouro e a prata, o dinheiro, que tantas vezes nos encandeiam;
Papoila – O Amor que é vida e nos faz SER Gente entre Gente, com Gente;
Oliveira – A luz que anuncia o DIA. Uma Boa Notícia de Esperança;
Videira – O vinho da Alegria e da Festa;
Alecrim – A Saúde, a Sabedoria, a Fortaleza do Espírito.
segunda-feira, 2 de maio de 2016
domingo, 1 de maio de 2016
sábado, 30 de abril de 2016
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