
domingo, 18 de dezembro de 2016
sábado, 17 de dezembro de 2016
Novena de Natal - 2º dia - 17 de dezembro
Senhor,
nesta Noite Santa,
depositamos
diante de Tua manjedoura
todos
os sonhos, todas as lágrimas e
esperanças
contidos em nossos corações.
Pedimos
por aqueles que choram
sem
ter quem lhes enxugue uma lágrima.
Por
aqueles que gemem
sem
ter quem escute seu clamor.
Suplicamos
por aqueles que Te buscam
sem
saber ao certo onde Te encontrar.
Para
tantos que gritam paz,
quando
nada mais podem gritar.
Abençoa,
Jesus-Menino,
cada
pessoa do planeta Terra,
colocando
em seu coração um pouco
da
luz eterna que vieste acender
na
noite escura de nossa fé.
Fica
conosco, Senhor!
Assim seja!
Pai Nosso
Avé Maria
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Mensagem de Natal - Bispo da Guarda
De novo a lição do Presépio
Estamos em plena quadra de Natal e
mais uma vez a mensagem do Presépio de Belém toca o nosso coração, modifica as
relações e os comportamentos, e traz-nos novas razões de esperança.
Na simplicidade e pobreza daquela
criança deitada nas palhinhas do Presépio, fora da cidade misturada com os mais
humildes e esquecidos, que os pastores representam, contemplamos cada uma e
todas as crianças do mundo, que são, por si mesmas, a expressão mais acabada do
sorriso de Deus para toda a humanidade. E entre elas queremos, neste Natal,
distinguir, com atenção privilegiada, as que não têm pai nem mãe, como os teve
o Menino Jesus, para cuidar delas, para as ajudar a crescer na vida e a
realizarem o sonho legítimo de construírem o seu futuro com dignidade. Queremos
trabalhar para oferecer a essas crianças as condições que lhes faltam para
viverem felizes. Saudamos, por isso, todas as instituições que se propõem
acolhê-las e ajudá-las, com uma recordação especial para o "Anascer"
que, nesta nossa cidade, ao cuidado da Cantas Diocesana da Guarda, acolhe mães
com dificuldade e seus filhos, quer os nascidos quer os que estão prestes a
nascer. Por sua vez a iniciativa "Dez milhões de estrelas" que
estamos a desenvolver e apoiar, com a compra de uma vela para ajudar as
iniciativas da Cáritas nacional e diocesana, é também um sinal do nosso sim a
esta e outras iniciativas do género.
Sabendo que o Natal é motivação
particular para ir ao encontro de todos os que precisam, também estamos
empenhados em que os serviços da Caritas Diocesana se estendam às periferias,
incluindo com a sua competência técnica, para descobrir e identificar bem as
situações de carência existentes, mesmo as não visíveis a olho nu. É por isso
que, quer através do programa "Próximo mais próximo" que está a ser
desenvolvido para ir ao encontro dos párocos e das paróquias, quer através da
marcação de tempos e lugares determinados de atendimento, por proposta dos arciprestes,
sempre a contar com as instituições que já actuam no terreno, queremos
contribuir para dar resposta às situações variadas de especial dificuldade que
estão a atingir crescente número de pessoas e famílias.
Também sabemos que, apesar das muitas
conquistas e progressos das sociedades actuais, a solidão e o abandono
continuam a fazer sofrer grande número de pessoas, nos nossos ambientes. Há
muito a fazer no combate a estas formas de marginalidade que, em situações mais
extremas, podem levar os implicados a pedir para lhes anteciparem a morte. Ora,
a solução não é legalizar a eutanásia, pois essa é a escolha mais fácil, que
significaria sempre a rendição da sociedade e das suas instituições diante das
dificuldades, em vez de procurar congregar esforços, com o empenho de todos, para
as superar. Mais ainda, é bom lembrar que uma decisão desta natureza não é
legítimo tomá-la nas costas da sociedade civil que, de facto, não elegeu os
seus deputados para isso. Mais ainda e citando conceituada figura pública, não
podemos permitir que a morte, mesmo a pedido, possa ser aproveitada como
solução para problemas económicos e de sustentabilidade social. Na realidade,
como demonstra a prática de países onde a eutanásia legalizada, é fácil levar
as pessoas que se encontram em extrema debilidade e sem as condições de vida
digna a que têm direito e lhe são devidas pela sociedade a fazerem o pedido
formal para que lhes antecipem a morte.
Ora Natal não é morte, mas vida
nascente que se afirma, apesar das dificuldades, como foi, no caso do Menino de
Belém, a recusa de um lugar na cidade e a expulsão para as periferias. Assim
eram considerados os campos dos pastores.
Santo Natal, com votos de que a todos
sejam criadas as condições necessárias para viver a vida sempre com esperança.
Guarda, 15.12.2016
+Manuel R. Felício, Bispo da Guarda
Novena de Natal - primeiro dia - 16 dezembro
Pela centralidade que o Natal tem, merece e exige, uma correta preparação.
Reze connosco esta novena "virtual".
Convidamos a que durante nove dias nos venha ao serão aqui visitar para nos prepararmos bem para viver plenamente o Natal.
Aqui vai o primeiro texto para rezar/pensar. No final convidamo-lo a rezar um Pai-Nosso e uma Avé Maria. (clique na imagem para ler melhor!)
Reze connosco esta novena "virtual".
Convidamos a que durante nove dias nos venha ao serão aqui visitar para nos prepararmos bem para viver plenamente o Natal.
Aqui vai o primeiro texto para rezar/pensar. No final convidamo-lo a rezar um Pai-Nosso e uma Avé Maria. (clique na imagem para ler melhor!)
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Ainda Outros... Cem pensamentos sem sentido
Fica desde já a informação.
O meu "mais novo" nasce já em Fevereiro ou Março. Eheh!
Hoje

Sabemos pouco da sua vida mas sabemos que é alvo de grande devoção popular.
Padroeira da visão.
domingo, 11 de dezembro de 2016
Vale a pena...

Tive já o prazer de os ter recebido nas minhas paróquias.
Por motivos de agenda não poderei estar. Mas garanto... vale a pena.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Diz o Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura
A Imaculada Conceição e a história de Portugal
A História de Portugal regista dois momentos altos na recuperação da sua independência: a Revolução 1383-1385 e a Restauração de 1640.
Na Revolução de 1383-1385 salienta-se o cerco de Lisboa, que durou cerca de cinco meses e terminou em princípios de setembro de 1384, acentuando-se durante o assédio, o significado da vitória alcançada por D. Nuno Alvares Pereira em Atoleiros a 6 de abril de 1384 e a eleição do Mestre de Aviz para Rei de Portugal, curiosamente a 6 de abril de 1385. Em 15 de agosto travou-se a Batalha de Aljubarrota, sob a chefia de D. Nuno Alvares Pereira, símbolo da vitória e da consolidação do processo revolucionário de 1383-1385.
No movimento da restauração destaca-se a coroação de D. João IV como Rei de Portugal, a 15 de dezembro de 1640, no Terreiro do Paço em Lisboa.
A Solenidade da Imaculada Conceição liga estes dois acontecimentos decisivos na História da independência de Portugal e no contexto das Nações Europeias. Segundo secular tradição foi o condestável D. Nuno Alvares Pereira quem fundou a Igreja de Nossa Senhora do Castelo em Vila Viçosa e quem ofereceu a imagem da Virgem Padroeira, adquirida na Inglaterra. Este gesto do Contestável reconhece que a mística que levou Portugal à vitória veio da devoção de um povo a Nossa Senhora da Conceição.
Aliás, já desde o berço, já aquando da conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques, havia sido celebrado um pontifical de ação de graças, em Lisboa, em honra da Imaculada Conceição.
A espiritualidade que brotava da devoção a Nossa Senhora da Conceição foi novamente sublinhada no gesto que D. João IV assumiu ao coroar a Imagem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa como Rainha de Portugal nas cortes de 1646.
Esta espiritualidade imaculista foi igualmente assumida por todos os intelectuais, que na prestigiada Universidade de Coimbra defenderam o dogma da Imaculada Conceição sob a forma de um juramento solene.
De tal modo a Imaculada Conceição caracteriza a espiritualidade dos portugueses, que durante séculos o dia 8 de dezembro foi celebrado como "Dia da Mãe" e João Paulo II incluiu no seu inesquecível roteiro da Visita Pastoral de 1982 dois Santuários que unem o Norte e o Sul de Portugal: Vila Viçosa no Alentejo e o Sameiro no Minho.
O dia 8 de dezembro transcende o "Dia Santo" dos Católicos e engloba indubitavelmente a comemoração da Independência de Portugal, que o dia 1 de dezembro retoma. O feriado do dia 8 de dezembro é religioso, mas é também celebrativo da cultura, da tradição e da espiritualidade da alma e da identidade do povo português.
Não menos importante, e em âmbito religioso e litúrgico, o tema da Imaculada Conceição da Virgem Maria é já abundantemente abordado pelos Padres da Igreja. Será o Oriente cristão o primeiro a celebrá-la. Festividade que chega à Europa Ocidental e ao continente europeu pelas mãos das cruzadas Inglesas nos séc. XI e XII. Vivamente celebrada pelos franciscanos a partir de 1263, será o também franciscano Sixto IV, Papa, que a inscreverá no calendário litúrgico romano em 1477.
De facto, o debate e a celebração desta festividade em toda a Europa é acompanhada pela história do próprio Portugal. Coimbra, como já vimos, tem um importante papel em todo este processo.
Em 8 de dezembro de 1854, viverá a Igreja o auge de toda esta riqueza teológica e celebrativa. Através da bula "Ineffabilis Deus", Pio IX, após consultar os bispos do mundo, definirá solenemente o dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria.
Não estamos diante de uma simples festa cristã ou de capricho religioso. O dogma resulta de tudo quanto a Igreja viveu até aqui e vive hoje em toda a sua plenitude. Faz parte da identidade da Igreja. Isso mesmo o prova o texto proclamado por Pio IX que apoia a sua argumentação nos Padres e Doutores da Igreja e na sua forma de interpretar a Sagrada Escritura. Ele, de facto, reconhece que este dogma faz parte, depois de muitos séculos, do ensinamento ordinário da Igreja.
Portugal, segundo Nuno Alvares Pereira, ou melhor, São Nuno de Santa Maria, e D. João IV isso mesmo o demonstram, não só como resultado da sua própria fé mas como expressão de um povo deveras agradecido pela sua Independência e Liberdade.
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
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